Da Viola

agosto 21, 2013 § Deixe um comentário

Por um coração leviano,

tive desilusão.

Por desenganos chorei.

Não quero mais amar a ninguém.

Quero, apenas, uma pausa.

Não sei correr.

E como velho marinheiro,

levo o barco devagar,

na busca de um sono tranquilo.

Priscilla Guerra

Cartoliana

agosto 21, 2013 § Deixe um comentário

Olhou o céu e deu bom dia.

A beleza da alvorada lá sentia.

O moinho do mundo não existe mais.

A Divina Dama agora é o seu amor.

E com as rosas não precisa mais chorar.

Entre os barracões de zinco, descia o morro

indo atrás de sua autonomia.

Longe ficavam as esperanças amargas

No seu peito apenas a alegria que não mais faltava.

Priscilla Guerra

Buarquiana

agosto 21, 2013 § Deixe um comentário

Amou daquela vez como se fosse a última

Mas como sempre não foi. 

Deixada dessa vez na medida do Bonfim,

ficaram os livros,

mas perdeu o disco do Noel. 

A aliança derreteu.

De nada valeu.

Pagou por um café e uma conta atrasada. 

Já conhecia o passos da estrada, 

e assim continuou atrás de um grande amor. 

Mesmo que sabendo ser uma mentira. 

 

Priscilla Guerra

Ele e as Musas.

agosto 19, 2013 § Deixe um comentário

Ele e as Musas.

“Quando ela chora
Não sei se é dos olhos para fora
Não sei do que ri
Eu não sei se ela agora
Está fora de si
Ou se é o estilo de uma grande dama
Quando me encara e desata os cabelos
Não sei se ela está mesmo aqui
Quando se joga na minha cama”

Ela faz cinema
Chico

Superiodade

agosto 8, 2013 § Deixe um comentário

É possível ver a superioridade de alguém na sua humildade. 

Priscilla Guerra

Quero viver asmática

agosto 5, 2013 § Deixe um comentário

Quero viver asmática

Retrato em Branco e Preto

agosto 4, 2013 § Deixe um comentário

Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada

Chico e Tom

Onde estou?

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