Microconto: Comum

novembro 28, 2011 § Deixe um comentário

“Ela concluiu depois de semanas que se fosse homem, não existiria patamar. Seria comum.”

Priscilla Guerra

Microconto: Amargo profundo

novembro 26, 2011 § Deixe um comentário

‎”A vontade presa na garganta dele continuava. Mas não sabia o que era. Seria choro? Ou vontade de gritar? Sem saber engoliu com toda força, feito remédio e sentiu o amargo profundo.”

Priscilla Guerra

Novo começo

novembro 26, 2011 § Deixe um comentário

         Ele não pensava em um recomeço mas sim um novo começo. Recomeço parecia carregar a história que não dera certo. Um novo começo jogava tudo fora. Parecia ser diferente. Mas não só dele dependia. E como trazê-la para esse novo começo se a distância entre os dois parecia um abismo colossal. O que levara os dois para lado tão opostos mesmo estando tão próximos? Um novo começo agora então seria um novo tudo. Um novo olhar. Um novo sorriso. Um novo tocar. Um novo sentir. Não deveria sentir a mesma coisa que sentia antes. Agora seria algo mais intenso. Pois era o que parecia surgir aos poucos em seu peito. 

Priscilla Guerra

Ar

novembro 13, 2011 § Deixe um comentário

               Quando entender que a ligação com uma pessoa de nosso passado não é mais amor, não é mais amizade mas sim uma necessidade de ter o Ego inflado por uma das partes? Quando não há mais amor, existe uma quase amizade mas o que mais existe é que uma das partes deseja ser única na vida da outra. Ou deseja manter algo vivo para que possa alimentar algo de errado que nunca conseguiu de fato conquistar. A parte que pratica o inflar do ego poucas vezes percebe que está sendo usada para isso e mantem aquela ligação extremamente perigosa. Até o dia que descobre não ter mais ar para aquilo. O perigo maior é descobrir isso já tarde e ar já não existir para mais nada, principalmente ar para se recuperar, abrir os olhos e vê que outro alguém está lá logo ali tentando te amar. Portanto, preste atenção onde você coloca o seu ar. Pode ser que ele esteja sendo desperdiçado e jogado ao vento com Egos que talvez não saibam o quanto de valor existe no seu ar. 

Microconto: O Palhaço

novembro 13, 2011 § Deixe um comentário

‎”E o final do espetáculo parecia chegar e o palhaço se retirava. No rosto uma solitária lágrima que escorria desmanchando a maquiagem e mostrando sua triste face.”

Priscilla Guerra

Microcontos: Violetas

novembro 13, 2011 § Deixe um comentário

Ficou sentado no banco da praça durante horas. Até decidir pelas violetas. Eram belas e serenas como ela. Pediu-as ao florista e partiu. Naquela noite, durante o jantar, sua mulher sorriria mais do que o normal.

Priscilla Guerra

Microcontos: ELE

novembro 13, 2011 § Deixe um comentário

“E Ele continuava com o pensamento nela…”

Priscilla Guerra

Onde estou?

Você está atualmente visualizando os arquivos para novembro, 2011 em Palavras pra Iaiá.